Neste final de semana acontecerá mais um treinamento preparatório para o Campeonato Baiano de Karatê a ser realizado no dia 31 de julho.
O treinamento será comandado pelo Prof. José Antonio e terá a participação dos principais atletas da ASKADOI, entre eles os professores Cleuber Carneiro (Bi Campeão Brasileiro/Campeão Mundial Shorin-Ryu), Júlio Oliveira, Mayana Cerqueira, Rafael Britto entre outros.
sábado, 5 de junho de 2010
EXAME DE FAIXA DA ASKADOI SERÁ REALIZADO AMANHÃ



Amanhã a partir das 14:30 h será realizado no Ginásio de Esportes o exame de faixa da ASKADOI. Participarão karatecas do Dojô sede (Itaberaba) e do dojô de Iaçu.
Convidamos os familiares e todos que gostam do Karatê a prestigiarem o evento.
Nas fotos karatecas da ASKADOI em treinamento preparatório para o exame.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
EXAME DE FAIXA
Continua a todo vapor a preparação para o exame de faixa da ASKADOI que será realizado no dia 05 de junho próximo. O Sensei José Rebouças está ministrando aulas extras as terças e quintas visando a preparação dos alunos que se submeterão ao exame.
Além de alunos do Dojô sede em Itaberaba, deverão comparecer para o exame cerca de 10alunos do Dojô de Iaçu, que tem como responsável o Sensei Manoel Almeida.
Você que gosta de esportes principalmente do Karatê venha nos prestigiar. O exame será no Ginásio de Esportes.
Além de alunos do Dojô sede em Itaberaba, deverão comparecer para o exame cerca de 10alunos do Dojô de Iaçu, que tem como responsável o Sensei Manoel Almeida.
Você que gosta de esportes principalmente do Karatê venha nos prestigiar. O exame será no Ginásio de Esportes.
CURSO DE AVALIADOR
Os professores José Rebouças (5º Dan), José Antonio (3º Dan), Manoel Almeida (3º Dan) e Edvando Cerqueira (2º Dan), participarão do curso de avaliador promovido pela FBK no próximo sábado em Salvador. O curso será ministrado pelo Prof. Ubiratan Bezerra.
Esse curso é realizado todos os anos e visa qualificar os avaliadores da FBK além de formar novos avaliadores. Para ser um avaliador em exame de faixa é necessário ser no mínimo Faixa Preta Nidan (2º Dan).
Esse curso é realizado todos os anos e visa qualificar os avaliadores da FBK além de formar novos avaliadores. Para ser um avaliador em exame de faixa é necessário ser no mínimo Faixa Preta Nidan (2º Dan).
sábado, 15 de maio de 2010
Recebido com festa, Lyoto descansa e 'digere' 1º revés para tentar renascer
Por: Maurício Dehò
Em São Paulo
Lyoto Machida chegou a Montréal como campeão dos meio-pesados do UFC e, apesar de envolto em polêmica quanto ao resultado de sua primeira luta contra Maurício Shogun, era bem cotado para manter seu cinturão na revanche, pela edição 113 do evento. No entanto, o combate acabou bem antes do esperado. Em apenas quatro minutos de ação, o desfecho teve o detentor do título estirado ao chão, nocauteado por Shogun. Um golpe forte para o então invicto Machida e uma surpresa para seus fãs logo em sua primeira defesa do título.
CAMPEÃO EM ENTREVISTA
Estudamos a luta em câmera lenta e notamos alguns detalhes. Apostamos em fintar o chute para entrar com o soco de encontro junto com o movimento do direto dele, para aproveitar o momento da distância certa e do rosto dele desprotegido.
SHOGUN, sobre a tática contra Lyoto
• VEJA A ENTREVISTA COMPLETA
• VEJA AS IMAGENS DO UFC 113
• KOSCHECK BATE DALEY E PEGA GSP
Apenas três dias depois - com o olho esquerdo se recuperando de um enorme inchaço -, Machida retornou para Belém (PA) e mesmo com o resultado adverso foi recebido por dezenas de fãs no aeroporto. Em entrevista ao UOL Esporte, mostrou conformação com seu primeiro revés e, em vez de se abater, já o coloca como um motivador. "Uso como aprendizado. Meu pai sempre falava que um samurai sempre tem desafios na vida, e esse é o meu primeiro, de me reerguer", explicou ele.
Tranquilo e já descansando para retomar os treinos e a luta pelo cinturão, Lyoto parabenizou Shogun, o novo campeão, comentou o combate e falou do futuro, em que espera encontrar seu algoz pela terceira vez. Confira:
UOL Esporte - Como foi a recepção na chegada a Belém, após a viagem de volta do Canadá?
Lyoto Machida: Cheguei aqui de terça para quarta-feira e um monte de gente me recebeu e deu um grande apoio me recepcionando no aeroporto. Foi bonito, impressionante, porque eu não esperava, os torcedores todos do Pará estavam comigo, gritando "Lyoto, Lyoto". É difícil ver coisas assim em outros lugares, então agradeço muito aos fãs do meu estado, que reconhecem meu esforço.
Lyoto, você começou bem a luta, que chegou a ir para o chão algumas vezes. No entanto, foi pego pelo Shogun, que apostou nos socos em vez dos chutes baixos. Você ache que se precipitou?
Lyoto: Acho que a minha estratégia estava sendo colocada. A luta ainda estava muito no início. O pessoal sempre pergunta o que errei. Eu treinei muito bem para essa luta, estava focado para ela, mas luta é luta, não dá para dizer qual vai ser o caminho da vitória. Entrei focado, acreditando, e os méritos foram dele, que foi mais preciso e conseguiu acertar o golpe que definiu o combate. O Shogun é o campeão e dou os parabéns a ele, que tem de aproveitar. Não tenho desculpas, naquela noite ele foi melhor do que eu.
Mas você, tinha uma estratégia diferente do primeiro combate, como Shogun?
Lyoto: Eu acho cedo para falar, porque a luta acabou com apenas quatro minutos de luta. Acho que a tática ainda ia ser colocada, mas ele veio forte. Se durasse um pouco mais, ninguém sabe o que aconteceria. Minha estratégia era me manter onde a luta se portasse. Tanto que tentei duas quedas no Shogun e estava me sentindo confortável, mas ele levantou. Se a luta se desenrolasse um pouco mais, acho que seria uma das mais bonitas do UFC, "toma lá, dá cá". Mas o que passou, passou. É uma página virada.
CONFIRA AS IMAGENS DO COMBATE
•
• EX-CAMPEÃO DE BOXE ESTREIA NO MMA
Seu olho esquerdo ficou bastante machucado pelos socos de Shogun, que encerraram a luta. Você precisará de alguma cirurgia?
Lyoto: Não, fui em um especialista lá e um aqui, já na volta, e não preciso de nada. O olho diminuiu bastante, o edema saiu, está só um pouco vermelho. Não houve nenhuma fratura e agora quem olha só acha que parece um pouco com uma conjuntivite.
Qual a sua avaliação desse resultado, já que foi sua primeira derrota no vale-tudo? Como você se sentiu naquele momento?
Lyoto: A gente nunca está satisfeito. Treinei muito e queria um resultado diferente desse. Gostaria de ter nocauteado o Shogun, mas desta vez estava do outro lado. Sempre procuro encarar como um aprendizado. Nunca tinha perdido e machuca muito, mas procuro aprender com as derrotas desde o caratê. Meu pai sempre falava que um samurai sempre tem desafios na vida e esse é o meu primeiro, de me reerguer. Ele disse que agora sou um lutador completo, porque só sabia o que era vitória, e agora conheci o que é ser derrotado. É importante entender dessa forma para que o aprendizado continue. Não quero que nada bloqueie minha caminhada e evolução no esporte.
Quais são seus planos agora?
Lyoto: Quero descansar um pouco - porque treinei muito para este combate - para depois retomar. Acho que daqui a uns 20 ou 25 dias vou voltar aos treinos. É importante esta parada para me recuperar não só fisicamente, mas emocionalmente, para que possa voltar a ter aquela vontade e tentar tudo de novo. Quando você se entrega e o acontecimento não sai como desejava, tem que ter o conforto de ter feito o seu máximo. Eu fico tranquilo, porque treinei muito e não dei brecha. Tomo como um aprendizado, vendo que tenho que melhorar alguma coisa.
Você já analisou a luta, já sabe o que pode melhorar?
Lyoto: Cada hora que reflito, eu faço a digestão disso. Ela é contínua e vai se manter daqui pra frente. Vi toda a luta, assisti a ela umas cinco seis vezes. As pessoas veem uma derrota como fim, mas faz parte, o esporte é feito de altos e baixos.
Depois desta derrota seus planos mudam para o UFC? Ou segue na mesma categoria?
Lyoto: Acho que a minha categoria é essa mesmo, até porque não sou um cara pequeno. Eu tenho de baixar de peso para chegar a 93 kg, então vou me manter nesta.
Mas já pensa em uma terceira luta com Shogun?
Lyoto: Olha, falando do meu espírito de lutador, é claro que eu quero lutar quantas vezes for preciso. Quero ter oportunidade de mostrar minha técnica, mas não penso nisso no momento. Só tenho pensado em dar atenção à minha família, me recuperar e seguir as metas do evento. Não viso só o Shogun, que é uma coisa de futuro. A rivalidade continua só dentro do octagon. Não tenho desespero, mas claro que quero que aconteça em algum momento uma nova luta.
Há algum lutador que você gostaria de ver lutando contra Shogun?
Lyoto: Não. O Shogun é o campeão, então talvez enfrente Rashad (Evans) ou "Rampage" (Quinton Jackson). Mas não penso na carreira do Shogun.
Fonte: www.uol.com.br
Em São Paulo
Lyoto Machida chegou a Montréal como campeão dos meio-pesados do UFC e, apesar de envolto em polêmica quanto ao resultado de sua primeira luta contra Maurício Shogun, era bem cotado para manter seu cinturão na revanche, pela edição 113 do evento. No entanto, o combate acabou bem antes do esperado. Em apenas quatro minutos de ação, o desfecho teve o detentor do título estirado ao chão, nocauteado por Shogun. Um golpe forte para o então invicto Machida e uma surpresa para seus fãs logo em sua primeira defesa do título.
CAMPEÃO EM ENTREVISTA
Estudamos a luta em câmera lenta e notamos alguns detalhes. Apostamos em fintar o chute para entrar com o soco de encontro junto com o movimento do direto dele, para aproveitar o momento da distância certa e do rosto dele desprotegido.
SHOGUN, sobre a tática contra Lyoto
• VEJA A ENTREVISTA COMPLETA
• VEJA AS IMAGENS DO UFC 113
• KOSCHECK BATE DALEY E PEGA GSP
Apenas três dias depois - com o olho esquerdo se recuperando de um enorme inchaço -, Machida retornou para Belém (PA) e mesmo com o resultado adverso foi recebido por dezenas de fãs no aeroporto. Em entrevista ao UOL Esporte, mostrou conformação com seu primeiro revés e, em vez de se abater, já o coloca como um motivador. "Uso como aprendizado. Meu pai sempre falava que um samurai sempre tem desafios na vida, e esse é o meu primeiro, de me reerguer", explicou ele.
Tranquilo e já descansando para retomar os treinos e a luta pelo cinturão, Lyoto parabenizou Shogun, o novo campeão, comentou o combate e falou do futuro, em que espera encontrar seu algoz pela terceira vez. Confira:
UOL Esporte - Como foi a recepção na chegada a Belém, após a viagem de volta do Canadá?
Lyoto Machida: Cheguei aqui de terça para quarta-feira e um monte de gente me recebeu e deu um grande apoio me recepcionando no aeroporto. Foi bonito, impressionante, porque eu não esperava, os torcedores todos do Pará estavam comigo, gritando "Lyoto, Lyoto". É difícil ver coisas assim em outros lugares, então agradeço muito aos fãs do meu estado, que reconhecem meu esforço.
Lyoto, você começou bem a luta, que chegou a ir para o chão algumas vezes. No entanto, foi pego pelo Shogun, que apostou nos socos em vez dos chutes baixos. Você ache que se precipitou?
Lyoto: Acho que a minha estratégia estava sendo colocada. A luta ainda estava muito no início. O pessoal sempre pergunta o que errei. Eu treinei muito bem para essa luta, estava focado para ela, mas luta é luta, não dá para dizer qual vai ser o caminho da vitória. Entrei focado, acreditando, e os méritos foram dele, que foi mais preciso e conseguiu acertar o golpe que definiu o combate. O Shogun é o campeão e dou os parabéns a ele, que tem de aproveitar. Não tenho desculpas, naquela noite ele foi melhor do que eu.
Mas você, tinha uma estratégia diferente do primeiro combate, como Shogun?
Lyoto: Eu acho cedo para falar, porque a luta acabou com apenas quatro minutos de luta. Acho que a tática ainda ia ser colocada, mas ele veio forte. Se durasse um pouco mais, ninguém sabe o que aconteceria. Minha estratégia era me manter onde a luta se portasse. Tanto que tentei duas quedas no Shogun e estava me sentindo confortável, mas ele levantou. Se a luta se desenrolasse um pouco mais, acho que seria uma das mais bonitas do UFC, "toma lá, dá cá". Mas o que passou, passou. É uma página virada.
CONFIRA AS IMAGENS DO COMBATE
•
• EX-CAMPEÃO DE BOXE ESTREIA NO MMA
Seu olho esquerdo ficou bastante machucado pelos socos de Shogun, que encerraram a luta. Você precisará de alguma cirurgia?
Lyoto: Não, fui em um especialista lá e um aqui, já na volta, e não preciso de nada. O olho diminuiu bastante, o edema saiu, está só um pouco vermelho. Não houve nenhuma fratura e agora quem olha só acha que parece um pouco com uma conjuntivite.
Qual a sua avaliação desse resultado, já que foi sua primeira derrota no vale-tudo? Como você se sentiu naquele momento?
Lyoto: A gente nunca está satisfeito. Treinei muito e queria um resultado diferente desse. Gostaria de ter nocauteado o Shogun, mas desta vez estava do outro lado. Sempre procuro encarar como um aprendizado. Nunca tinha perdido e machuca muito, mas procuro aprender com as derrotas desde o caratê. Meu pai sempre falava que um samurai sempre tem desafios na vida e esse é o meu primeiro, de me reerguer. Ele disse que agora sou um lutador completo, porque só sabia o que era vitória, e agora conheci o que é ser derrotado. É importante entender dessa forma para que o aprendizado continue. Não quero que nada bloqueie minha caminhada e evolução no esporte.
Quais são seus planos agora?
Lyoto: Quero descansar um pouco - porque treinei muito para este combate - para depois retomar. Acho que daqui a uns 20 ou 25 dias vou voltar aos treinos. É importante esta parada para me recuperar não só fisicamente, mas emocionalmente, para que possa voltar a ter aquela vontade e tentar tudo de novo. Quando você se entrega e o acontecimento não sai como desejava, tem que ter o conforto de ter feito o seu máximo. Eu fico tranquilo, porque treinei muito e não dei brecha. Tomo como um aprendizado, vendo que tenho que melhorar alguma coisa.
Você já analisou a luta, já sabe o que pode melhorar?
Lyoto: Cada hora que reflito, eu faço a digestão disso. Ela é contínua e vai se manter daqui pra frente. Vi toda a luta, assisti a ela umas cinco seis vezes. As pessoas veem uma derrota como fim, mas faz parte, o esporte é feito de altos e baixos.
Depois desta derrota seus planos mudam para o UFC? Ou segue na mesma categoria?
Lyoto: Acho que a minha categoria é essa mesmo, até porque não sou um cara pequeno. Eu tenho de baixar de peso para chegar a 93 kg, então vou me manter nesta.
Mas já pensa em uma terceira luta com Shogun?
Lyoto: Olha, falando do meu espírito de lutador, é claro que eu quero lutar quantas vezes for preciso. Quero ter oportunidade de mostrar minha técnica, mas não penso nisso no momento. Só tenho pensado em dar atenção à minha família, me recuperar e seguir as metas do evento. Não viso só o Shogun, que é uma coisa de futuro. A rivalidade continua só dentro do octagon. Não tenho desespero, mas claro que quero que aconteça em algum momento uma nova luta.
Há algum lutador que você gostaria de ver lutando contra Shogun?
Lyoto: Não. O Shogun é o campeão, então talvez enfrente Rashad (Evans) ou "Rampage" (Quinton Jackson). Mas não penso na carreira do Shogun.
Fonte: www.uol.com.br
terça-feira, 11 de maio de 2010
TREINO PARA COMPETIÇÃO
O sensei José Antonio, diretor técnico da Askadoi, está convidando os atletas pré seleciondos para as competições oficiais que a ASKADOI participará em 2010 para a aula especial que ocorrerá no próximo sábado a partir das 16 horas na sede da ASKADOI.
Não perca essa oportunidade de aprimoramento técnico.
Não perca essa oportunidade de aprimoramento técnico.
domingo, 25 de abril de 2010
Nossa história
Nos anos 60, um grupo de pessoas liderados pelo Prof. de capoeira Orlando Cordeiro, praticava este esporte, na época o principal aluno era José Rebouças Azevedo, devido às dificuldades da época e a falta de espaço para a pratica da capoeira muitas vezes as aulas eram ministradas na beira do açude. Em 1972, foi alugada uma casa na Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, onde foi aberta uma academia com o nome de CECUFI (Centro deEducação Física de Itaberaba). José Rebouças dava aulas de capoeira e Adenor Lima, que também já praticava capoeira dava aulas de halterofilismo hoje conhecido como musculação. Nos anos 70 o Karatê passou a ter uma procura muito grande devido aos filmes que eram mostrados no cinema, passando inclusive um lado que não é verdadeiro no Karatê-Dô, que é a violência e a ficção. Motivados por um grupo de Karatecas liderados pelo saudoso mestre Denílson Caribé (patrono do Karatê brasileiro), que fizeram uma apresentação no Clube Social de Itaberaba, Adenor que em Feira de Santana, conheceu o Prof. Ari Pina Duarte, convidou-o para fazer uma apresentação deste esporte em Itaberaba. Esta apresentação aconteceu no Humaitá Esporte Clube.
Após a demonstração ficou acertado a vinda do Prof. Ari para dar aulas de Karatê em Itaberaba. O primeiro exame de faixa em Itaberaba aconteceu no Clube Social com 41 atletas inscritos. O prof. Rebouças conta que ficou tão nervoso que começou o Pinhan Shodan, para o lado direito, quando na realidade a saída é para o lado esquerdo. Destes 41 atletas só continuam praticando atualmente José Rebouças e Manoel José dos Santos, atualmente responsável pela Associação Barreirense de Karatê. Com o passar do tempo o número de alunos caiu e o Prof. Ari já não vinha mais dar aulas enviando alguns dos seus alunos mais experientes. Muitas vezes o Prof. Rebouças levava alguns desses para dormirem em sua casa, pois o dinheiro era pouco. Não tendo condições de vir mais ninguém de Feira para Itaberaba, José Rebouças começou, com muita dificuldade, a ir a Feira treinar lá. Por muitas vezes dormiu no ponto de apoio de Milagres esperando carro para chegar em Itaberaba. Quando Rebouças conquistou a faixa marrom passou a dar aulas para um pequeno grupo de pessoas, hoje faixas pretas a exemplo de Samuel Souza, Nelson, Romeu, Hermínio Fêlix e Adenor. Para manter a academia em Itaberaba, foi aberto um Dojô em Wagner, mas a dificuldade era muito grande já que muitas vezes Rebouças viajou em cima de caminhão pegando carona, pois não tinha transporte direto. Quando Rebouças ia para Santos-SP, treinar Samuel Oliveira o substituía. Em 1978, José Rebouças prestouexame para faixa preta na União Shorin-Ryu Karatê-Dô Brasil em Santos-SP, juntamente com outros alunos do Prof. Ari, sendo o único a ser aprovado naquela oportunidade. Depois Adenor e Manoel prestaram exame e conquistaram também a faixa preta. Como a Associação Pina de Karatê-Dô não era filiada Federação Baiana de Karatê a faixa preta não era reconhecida, e quando José Rebouças tomou conhecimento disto começou junto com Renato Pereira atual Prof. da Associação Atlética Feirense, a lutar pela filiação junto a Federação Baiana de Karatê (FBK). Até então a FBK, só a exemplo de Samuel Souza, Nelson, Romeu, Hermínio Fêlix e Adenor. Para manter a academia em Itaberaba, foi aberto um Dojô em Wagner, mas a dificuldade era muito grande já que muitas vezes Rebouças viajou em cima de caminhão pegando carona, pois não tinha transporte direto. Quando Rebouças ia para Santos-SP, treinar Samuel Oliveira o substituía. Em 1978, José Rebouças prestou se interessava pela filiação de clubes do estilo Shotokan. Por muitas vezes Rebouças e Renato, foram ignorados quando chegavam à sede da ASKABA, para tratar junto ao Prof. Denílson e o presidente da FBK, na época Fauzi Abdala João sobre a filiação. Rebouças e Renato não desistiram até que a FBK aceitou a filiação. Com o nome de ASSOCIAÇÃO DE KARATÊ-DÔ DE ITABERABA, foi organizada em 08/04/1979, foi recebido o ofício de nº 79/83 em 01 de agosto de 1983 e a partir deste momento a ASKADOI estava filiada oficialmente junto a FBK. Hoje o Karatê de Itaberaba é conhecido no Brasil inteiro e até internacionalmente, devido à participação do atleta Cleuber Carneiro Azevedo, na Copa do Mundo em Frankfurt - Alemanha em 1995 (WKF) e no Campeonato Mundial de Karatê em 1996 (WKF) em Sun City, África do Sul e dos títulos mundiais de Karatê Shorin-Ryu conquistados por José Antonio Carneiro Azevedo e Cleuber Carneiro Azevedo, em Atlanta-EUA em 2001, além da participação nos Jogos Mundiais de Karatê Shorin_Ryu em Okinawa- Japão berço do Karatê Mundial, tendo nestas oportunidades os atletas representado o Brasil e a União Shorin-Ryu Karatê-Dô Brasil que tem como grande Mestre o Sensei 10º Dan Yoshihide Shinzato. Mais de 900 alunos já passaram pela ASKADOI, do início do Karatê em Itaberaba até hoje. O atual Presidente da ASKADOI é o prof. Edvando Cerqueira que cumpre o seu segundo mandato e muito tem contribuido com o desenvolvimento do karatê itaberabense.
Essa é a nossa história.
Após a demonstração ficou acertado a vinda do Prof. Ari para dar aulas de Karatê em Itaberaba. O primeiro exame de faixa em Itaberaba aconteceu no Clube Social com 41 atletas inscritos. O prof. Rebouças conta que ficou tão nervoso que começou o Pinhan Shodan, para o lado direito, quando na realidade a saída é para o lado esquerdo. Destes 41 atletas só continuam praticando atualmente José Rebouças e Manoel José dos Santos, atualmente responsável pela Associação Barreirense de Karatê. Com o passar do tempo o número de alunos caiu e o Prof. Ari já não vinha mais dar aulas enviando alguns dos seus alunos mais experientes. Muitas vezes o Prof. Rebouças levava alguns desses para dormirem em sua casa, pois o dinheiro era pouco. Não tendo condições de vir mais ninguém de Feira para Itaberaba, José Rebouças começou, com muita dificuldade, a ir a Feira treinar lá. Por muitas vezes dormiu no ponto de apoio de Milagres esperando carro para chegar em Itaberaba. Quando Rebouças conquistou a faixa marrom passou a dar aulas para um pequeno grupo de pessoas, hoje faixas pretas a exemplo de Samuel Souza, Nelson, Romeu, Hermínio Fêlix e Adenor. Para manter a academia em Itaberaba, foi aberto um Dojô em Wagner, mas a dificuldade era muito grande já que muitas vezes Rebouças viajou em cima de caminhão pegando carona, pois não tinha transporte direto. Quando Rebouças ia para Santos-SP, treinar Samuel Oliveira o substituía. Em 1978, José Rebouças prestouexame para faixa preta na União Shorin-Ryu Karatê-Dô Brasil em Santos-SP, juntamente com outros alunos do Prof. Ari, sendo o único a ser aprovado naquela oportunidade. Depois Adenor e Manoel prestaram exame e conquistaram também a faixa preta. Como a Associação Pina de Karatê-Dô não era filiada Federação Baiana de Karatê a faixa preta não era reconhecida, e quando José Rebouças tomou conhecimento disto começou junto com Renato Pereira atual Prof. da Associação Atlética Feirense, a lutar pela filiação junto a Federação Baiana de Karatê (FBK). Até então a FBK, só a exemplo de Samuel Souza, Nelson, Romeu, Hermínio Fêlix e Adenor. Para manter a academia em Itaberaba, foi aberto um Dojô em Wagner, mas a dificuldade era muito grande já que muitas vezes Rebouças viajou em cima de caminhão pegando carona, pois não tinha transporte direto. Quando Rebouças ia para Santos-SP, treinar Samuel Oliveira o substituía. Em 1978, José Rebouças prestou se interessava pela filiação de clubes do estilo Shotokan. Por muitas vezes Rebouças e Renato, foram ignorados quando chegavam à sede da ASKABA, para tratar junto ao Prof. Denílson e o presidente da FBK, na época Fauzi Abdala João sobre a filiação. Rebouças e Renato não desistiram até que a FBK aceitou a filiação. Com o nome de ASSOCIAÇÃO DE KARATÊ-DÔ DE ITABERABA, foi organizada em 08/04/1979, foi recebido o ofício de nº 79/83 em 01 de agosto de 1983 e a partir deste momento a ASKADOI estava filiada oficialmente junto a FBK. Hoje o Karatê de Itaberaba é conhecido no Brasil inteiro e até internacionalmente, devido à participação do atleta Cleuber Carneiro Azevedo, na Copa do Mundo em Frankfurt - Alemanha em 1995 (WKF) e no Campeonato Mundial de Karatê em 1996 (WKF) em Sun City, África do Sul e dos títulos mundiais de Karatê Shorin-Ryu conquistados por José Antonio Carneiro Azevedo e Cleuber Carneiro Azevedo, em Atlanta-EUA em 2001, além da participação nos Jogos Mundiais de Karatê Shorin_Ryu em Okinawa- Japão berço do Karatê Mundial, tendo nestas oportunidades os atletas representado o Brasil e a União Shorin-Ryu Karatê-Dô Brasil que tem como grande Mestre o Sensei 10º Dan Yoshihide Shinzato. Mais de 900 alunos já passaram pela ASKADOI, do início do Karatê em Itaberaba até hoje. O atual Presidente da ASKADOI é o prof. Edvando Cerqueira que cumpre o seu segundo mandato e muito tem contribuido com o desenvolvimento do karatê itaberabense.
Essa é a nossa história.
Assinar:
Postagens (Atom)